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Renúncia
Desisto! De um monte de coisas q não fazem mais sentido. Era pra eu estar feliz afinal eu vou cursar letras na federal, vou finalmente estudar latim; mas o q seria da minha deprimente vida se não fosse a depressão. E tenho q me contentar c lan house. Vou beber q dá mais futuro ou pelo menos ressaca.
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 20:05
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Tô lascada
E o vestibularzão aí. Q JAH me ajude!!!
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 22:57
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A dúvida é o preço da pureza
Sempre tive medo dos revira-voltas(nem sei se é assim q se escreve) q minha vida dá. Mas deixe o pau quebrar! Acredito que posso realizar tudo o que desejo e tudo posso naquilo q acredito!
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 19:45
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Altamente Clichê
Tarde Vazia - IRA! Pela janela vejo fumaça, vejo pessoas Na rua os carros, no céu o sol e a chuva O telefone tocou na mente fantasia Você me ligou naquela tarde vazia E me valeu o dia Você me ligou naquela tarde vazia E me valeu o dia Pela janela vejo fumaça, vejo pessoas Na rua os carros, no céu o sol e a chuva O telefone tocou na mente fantasia Você me ligou naquela tarde vazia Na mente fantasia Você me ligou naquela tarde vazia Na mente fantasia Você me ligou naquela tarde vazia E me valeu o dia Valeu o dia. Valeu o dia Você me ligou naquela tarde vazia Na mente fantasia Na mente fantasia. Na mente fantasia Podia ter muitas garotas mas você é diferente Você me ligou naquela tarde vazia E me valeu o dia Valeu o dia. Valeu o dia Na mente fantasia. Na mente fantasia...
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 15:30
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O Romantismo é fascinante!
Novalis foi um grande escritor romântico, nasceu por volta de 1700 e alguma coisa. Ele foi importante por muitas coisas, mas o q me chamou atenção foi a sinopse desse romance, inacabado por sinal.
Heinrich von Ofterdingen – Novalis O romance inacabado Heinrich von Ofterdingen é uma das maiores obras de Novalis. Trata-se da história de um jovem, Heinrich, que se torna poeta. Ela se passa durante as cruzadas medievais, num tempo de alienação poética. O jovem Heinrich está fascinado pelo relato de um estranho viajante que faz alusão a uma maravilhosa flor azul. Em sonho, ele encontra essa flor, e vê no meio de seu cálice "um tênue rosto". Rebelde e fogoso, Heinrich aproveita a ocasião para ir com a sua mãe e alguns mercadores a Augsburg, onde habita seu avô. No caminho, o jovem sem experiência escuta seus companheiros falarem da vida comercial e social do mundo. Durante uma parada num castelo, ouve relatos de cavalaria e de cruzadas. Em sua imaginação, uma dama oriental o leva para sua longínqua e suntuosa residência. Na continuação da viagem, ele encontra um velho mineiro e um misterioso eremita que o iniciam na arte poética. Em Augsburg, ele conhece o poeta Klingsor e sua filha Mathilde. Ele logo a reconhece como a face que estava incrustada na flor azul. Heinrich e a jovem apaixonam-se um pelo outro. Mas rapidamente a felicidade é ameaçada por um novo augúrio anunciando a morte de Mathilde. Só conhecemos o restante da narrativa por esboços. Após a morte de Mathilde, Heinrich empunha seu bastão de peregrino e deixa Augsburg; vai a um eremita que lhe ensina a linguagem da natureza e lhe fala da vindoura idade de ouro. Em suas notas, Novalis refere-se a uma "poetização" do gênero humano. Ele descreve como Heinrich ascende ao mundo divino. Ele e Mathilde passarão por transformações antes de serem novamente unidos para as núpcias alquímicas. Heinrich von Ofterdingen segue a via hermética que todo pesquisador espera um dia encontrar. No princípio, ele é impulsionado pela vaga intuição de que existe um mundo superior, um mundo divino. Ele se submete às leis da natureza e experimenta o amor, antes de ascender à consciência da ligação direta e indissolúvel que o une a Deus. O poeta Heinrich recebe, por esta ligação, a força divina criadora, a "palavra criadora". Novalis considera este resultado como a missão específica dos artistas inspirados pelo Romantismo. “ E se você dormisse? E se você sonhasse? E se, em um sonho, você fosse ao Paraíso e lá colhesse uma flor bela e estranha? E se, ao despertar , você tivesse a flor entre as mãos? Ah, e então?” Coleridge
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 14:40
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Um dos melhores cds da banda

Os Guardas da Fronteira
Antes de atirar o vaso na TV eu ouvi o que ela dizia: "quando não houver mais amanhã será um belo dia" estranha coisa pra se dizer antes de dizer os números da loteria mas é assim que eles fazem e fazem muito bem e nós não fazemos nada, nada, nada nada além além do mito que limita o infinito e da cegueira dos guardas da fronteira
antes de atirar minha tv pela janela eu ouvi o que ela dizia "quando não houver mais ninguém será um belo dia" estranha coisa pra se dizer antes de vender mais mercadoria mas é assim o mundo que nos cerca: nos cerca muito bem e as crises e cicatrizes não nos deixam ir além além do mito que limita o infinito além da cegueira, das barreiras das fronteiras
...foi então que eu resolvi jogar as cartas na mesa e o vaso pela janela só pra ver o que acontece na vida quando alguém faz o que quer com ela... acontece que eu não tenho escolha por isso mesmo é que eu sou livre não sou eu o mentiroso foi sartre quem escreveu o livro não sou a fim de violência mas paciência tem limite além do mito que limita o infinito além do dia-a-dia que esvazia a fantasia
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 15:50
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Em homenagem a uma grande mente: Lobo Zodíaco
LUTO
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 15:57
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O Mito Da Caverna - Por Platão
Imaginemos uma caverna subterrânea onde, desde a infância, geração após geração, seres humanos estão aprisionados. Suas pernas e seus pescoços estão algemados de tal modo que são forçados a permanecer sempre no mesmo lugar e a olhar apenas a frente, não podendo girar a cabaça nem para trás nem para os lados. A entrada da caverna permite que alguma luz exterior ali penetre, de modo que se possa, na semi-obscuridade, enxergar o que se passa no interior. A luz que ali entra provém de uma imensa a alta fogueira externa. Entre ele e os prisioneiros – no exterior, portanto – há um caminho ascendente ao longo do qual foi erguida uma mureta, que dificultava qualquer tipo fuga (como se fosse possível livrar-se daquela prisão). Ao longo dessa mureta, homens transportam estatuetas de todo tipo, com figuras de seres humanos, animais e todas as coisas. Por causa da luz da fogueira e da posição ocupada por ela os prisioneiros enxergam na parede no fundo da caverna as sombras das estatuetas transportadas, mas sem poderem ver as próprias estatuetas, nem os homens que as transportam. Como jamais viram outra coisa, os prisioneiros imaginavam que as sombras vistas são as próprias coisas. Ou seja, não podem saber que são sombras, nem podem saber que são imagens (estatuetas de coisas), nem que há outros seres humanos reais fora da caverna. Também não podem saber que enxergam porque há a fogueira e a luz no exterior e imaginam que toda a luminosidade possível é a que reina na caverna. Em suposição, um dia um dos prisioneiros consegue se libertar e a examina toda a caverna, a ver os outros seres humanos, a mureta, as estatuetas e a fogueira. Embora dolorido pelos anos de imobilidade, começa a caminhar, dirigindo-se à entrada da caverna e, deparando com o caminho ascendente, nele adentra. Num primeiro momento fica completamente cego, pois a fogueira na verdade é a luz do sol e ele fica inteiramente ofuscado por ela. Depois, acostumando-se com a claridade, ver os homens que transportam as estatuetas e, prosseguindo no caminho, enxerga as próprias coisas, descobrindo que, durante toda a sua vida, não vira senão sombra de imagens e que somente agora está contemplando a própria realidade. Libertado e conhecedor do mundo, o prisioneiro regressa à caverna, fica desnorteado pela escuridão, conta aos outros o que viu e tenta libertá-los. Mas ninguém acredita nele. As pessoas apontam para a parede da caverna e dizem que aquilo q vêem é tudo o que existe. Por fim, acabam matando-o. Fonte: http://www.geocities.com/Wellesley/Atrium/4886/filos15.htm ; Gaader, Jostein. O Mundo De Sofia
# A caverna é O mundo em que vivemos; as sombras das estatuetas são as coisas materiais e sensoriais que percebemos; o prisioneiro que se liberta e sai da caverna é O filósofo; a luz exterior do sol é a luz da verdade; o mundo exterior é O mundo das idéias verdadeiras ou da verdadeira realidade; o instrumento que liberta o filósofo e com o qual ele deseja libertar os outros prisioneiros é a dialética; a visão do mundo real iluminado é a Filosofia; os prisioneiros zombam, espancam e matam o filósofo (Platão está se referindo à condenação de Sócrates à morte pela assembléia ateniense) porque imaginam que o mundo sensível é o mundo real e o único verdadeiro.#
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 14:50
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Os Barcos - Legião Urbana
Você diz que tudo terminou Você não quer mais o meu querer Estamos medindo forças desiguais Qualquer um pode ver Que só terminou pra você
São só palavras teço ensaio e cena A cada ato enceno a indiferença Do que é amor ficou o seu retrato A peça que interpreto,um improviso insensato Essa saudade eu sei de cor Sei o caminho dos barcos
E há muito estou alheio e quem me entende Recebe o resto exato e tão pequeno É dor,se há,tentava,já não tento E ao transformar em dor o que é vaidade E ao ter amor,se este é só orgulho Eu faço da mentira,liberdade E de qualquer quintal,faço cidade E insisto que é virtude o que é entulho Baldio é o meu terreno e meu alarde Eu vejo você se apaixonando outra vez Eu fico com a saudade e você com outro alguém
E você diz que tudo terminou Mas qualquer um pode ver Só terminou pra você Só terminou pra você
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 16:08
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Mais uma minha
Essa é meio antiga, mas, após umas modificações, continuo achando q não está terminada. Lá vai(mesmo q daqui a dez minutos eu a refaça):
Santa confusão de um mundo perdido Dores prematuras de sentimentos mal gerados Multidão de neorônios em avidez Subustância estancada Hemorragia entorpecente Rebeldia incapaz O tempo no relógio de um coelho - fantasia e a aceleração de um respirar em constante fremência Estado perturbado de um espírito preocupante Permanência perturbante de um ser procurado
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 16:00
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Outro ídolo
Antero Tarquínio de Quental nasceu a 18 de abril de 1842 em Ponta Delgada, no Açores. Com dez anos foi para Lisboa. Aos dezesseis ingressou na Faculdade de Direito de Coimbra, onde teve contato com idéias socialistas q se afloravam em toda a Europa, afastando-se, assim, de ideais conservadores herdados da infância. Em 1864 publicou “Odes Modernas”, uma das obras responsável por provocar a polêmica “Questão Coimbra”. Em 1845 foi para Paris com intenção de por em prática as suas teorias socialistas. Após tentativa frustrada, em 1871, volta a Portugal passando a ser um dos líderes das Conferências Democráticas, que determinam o fim da “Questão Coimbra”, com a vitória dos novos Realistas sobre os velhos Românticos. Antero de Quental se vê obrigado a deixar sua dedicação aos ideais socialistas (em 1873), devido à morte de seu pai, e tendo q voltar a Punta Delgada para cuidar dos negócios da família. Para aumentar seu sofrimento, é atacado por uma estranha doença que o impede de interferir na violenta repressão às lutas operárias. Em profunda depressão, comete suicídio em 11 de setembro de 1891 com um tiro de revólver. A produção literária de Antero de Quental está intimamente ligada à sua vida e é considerado um dos melhores sonetistas portugueses.
O Que Diz A Morte
Deixai-os vir a mim, os que lidaram; Deixai-os vir a mim, os que padecem; E os que cheios de mágoa e tédio encaram As próprias obras vãs, de que escarnecem...
Em mim, os Sofrimentos que não saram, Paixão, Dúvida e Mal, se desvanecem. As torrentes da Dor, que nunca param, Como num mar, em mim desaparecem.
Assim a Morte diz. Verbo velado, Silencioso intérprete sagrado Das coisas invisíveis, muda e fria,
É, na sua mudez, mais retumbante Que o clamoroso mar; mais rutilante, Na sua noite, do que a luz do dia.
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 16:46
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Merece destaque
1894 - 1930 " A intensidade de um transcendido erotismo feminino." Viveu em pleno período modernista sendo incluída no grupo "Outros Poetas" e qualificada como "sonetista com laivos parnasianos esteticistas. Egocêntica, Florbela tem como único tema a alma, o amor, a saudade, os beijos, os versos, o poeta, e vários outros, e os que deles derivam. Obras: 1919- Livro de Mágoas; 1923- Livro de Soror Saudade; 1931- Charneca em Flor, Reliquuiae e Juvenilia(edições póstumas). Em 1930 comete suicídio, segundo alguns dizeres, no rio Tejo.
Sonho Vago (Reliquiae)
Um sonho alado que nasceu num instante Erguido ao alto em horas de demência... Gotas de águas que tombam em cadência Na minh'alma tristíssima, distante...
Onde está ele o Desejado? O Infante? O que há-de-vir e amar-me em doida ardência? O das horas de mágoa e penitência? O Príncipe Encantado? O Eleito? O Amante?
E neste sonho eu já nem sei quem sou... O brando marulhar dem longo beijo Que não chegou a dar-se e que passou...
Um fogo-fátuo rútilo, talvez... E eu ando a procurar-te e já te vejo!... E tu já me encontraste e não me vês!...
Essa mulher é simplesmente foda!
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 18:14
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Ônibus Spacial
RAIADO!! O show do Nando Reis foi o bicho, fazia muito tempo q eu não me divertia tanto. Eu tava c o Paulinho, o Freitas e outro cabinha lá, o Pit. Eu conheci uma amiga do Paulinho, a Carla, pense numa gata legal e doida. Meu herói tb tava lá, queria ter trocado uma idéia c ele, só q em show é paia. Puxa fazia muito tempo q eu não dançava reggae, dancei pra caralho. Velho, o atlantic tava cheio de raul, se eu tivesse levado o celular tinha vacilado de novo. Cara, quando acabou tudo a gente foi pra boate e os seguranças nos expulsaram, aí a gente foi embora. Estávamos morrendo de fome, foi aí q a gente decidiu ir tomar caldo lá no marada nova. Agora vem a melhor parte: O Paulinho e o Freitas conseguiram uma carona no ônibus da Banda Spacial(comédia né?), foi massa, a galera é muito gente fina. Descemos na rodoviária e fomos tomar o raio do caldo e o negócio é gostoso mesmo. De lá eu fui pra casa e a velha ainda brigou comigo. Mas ô bicha mala q é a minha mãe: eu tava quietinha lá na minha, me preparando pra estudar e ela chega me chamando pra tomar goró c ela, era final de tarde, a gente só chegou de madrugada e todas as duas mortas de bêbadas. É, quem diria, minha própria mãe dando mau exemplo, o mundo está perdido!
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 15:51
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Essa é pra tu cara!
Véio, o post de hoje vai para um super amigo meu o Franssuar(ou Francarter). Puxa vida, eu aprendi tanta coisa c esse cara, ele saca muito de filosofia e foi quem mostrou algumas cositas de Shopenhauer. O cara me fascina c as coisas dele, de vez em quando ele deixa comigo um caderninho onde ele escreve umas viagens(algo como minha Compilação de Loucuras, só q em tamanho menor e sem Iron Maiden na capa) e, não é pq ele é meu amigo, mas é muito massa. Vai aí um pouqinho de Franssuar Augusto:
Triste de mim que não me acho Sobre essas víceras em decomposição E que transcente a putrefação Da decadência de ter tudo
Triste de mim que sou um fraco E tudo posso mas posso nada Que vejo tudo e vejo nada E pareço estar triste quando alegre
Triste de mim que sou mortal E a morte não conhece minha espada Onde a dor não me faz morada E o sangue não correu como esperado.
____ / ____
A morte está chegando Como quem fala no ouvido Bem baixinho quase mudo Mas é sempre bem ouvido Como fim de chuva forte Molha tudo e molha a vida
Tá vendo? Isso é altamente foda. Franssuar, um abraço pra tu meu amigo réi!
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 16:07
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Eita porra! Ou seria Eita Porre?
Caramba! Eu vi a Morte, ela tava viva e ainda tava me chamando pra junto dela. Num é brincadeira não. Véio, tudo começou na sexta feira: eu tava(ainda tô) gripada, aí juntou só a galerinha do mal pra ir beber goró. No meio do caminho cai uma chuva, eu pego a chuva. Aí a gente começa a beber, por causa da gripe eu sequer sentia o gosto da cachaça e ia só enchendo o tanque. Foi na hora q eu encontrei o Raniere(ele mesmo) aí a galera do mal foi embora e fiquei trocando idéia c ele. Foi na hora(de novo) q aconteceu uma coisa massa, eu conheci o meu herói(ELE MESMO). Cara, isso foi o suprasumo do maravilhoso e do esplêndido. Ele é muito mais massa do q eu imaginava. Aí, depois disso eu não lembro muita coisa, acho q desmaiei, só sei q passei mal e foi meu herói q cuidou de mim. Puxa, fiquei emocionada. Aí depois a gente foi pra casa. O final de semana foi uma tristeza, quer dizer, no sábado o Paulinho e o Freitas foram lá em casa e me fizeram companhia. Ah, e sábado foi o dia q o Freitas perguntou se Nando Reis era nome de banda de forró, hahaha. Domingão em casa, só curtindo a gripe. PS: 1)Cara, foi muito massa eu ter conhecido o meu herói, meu ídolo pq afinal de contas ele é o único cara q pra é um herói, um ídolo, sabe q eu existo e ainda tenho oportunidade de conhecer pessoalmente ( as outras pessoas q eu admiro são heróis ou são ídolos, nunca os dois ao mesmo tempo; e, em se tratando dos meus heróis, além dele, todos os outros sequer sabem q dividem o oxigênio do mundo comigo - David Gilmour, por exemplo). 2)O raio dessa gripe desgraçada!! Jah sabe o quanto eu tenho raiva de ficar doente, droga, mil vezes droga!
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 14:01
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Eu q fiz!
Olha só q eu ando inventando, quer dizer, já faz um tempo q eu escrevi esse "poema" mas só agora ru dei uma reavaliada e modifiquei umas coisas. Tá aí a mais podre das obras primas do mundo:
O dia morre lentamente... e nasce, devagar, minha angústia As cores do mundo vão se apagando E, aos poucos, a noite me dominará
Meu universo se envolverá em mãos negras... e virá o vazio, um grande vazio de sonhos adormecidos Enquanto todos repousarem nos braços do sono, eu estarei só e apática, me perdendo em pensamentos flutuantes, viajando nos delírios da tristeza, me dopando em minutos depressivos
A noite será longa(uma eternidade) cheia de medos e personagens, cheia de solidão(um pesadelo) Esta noite será uma vida inteira ou um último suspiro...
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 15:54
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Puxa vida! Ou será puxa morte?
Tá terminando mais uma fracassada semana da minha fracassada vida. Não fiz nada deprodutivo essa semana, nem sequer bebi. O curso de inglês tá abandonado, tirei zero na prova de recuperação de física, tô tentando não me abalar c uma briga interna entre meus amigos, tô mais solitária do que nunca e me decepcionei (pra dizer a verdade eu me estressei) c um ficante. Acho q vou reprovar. Existe vida mais cruel do q essa. Isso tudo, sem contar as de sempre. Espero q eu sobreviva!
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 16:13
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Sem ânimo
Cara, faz um bom tempo q eu não posto. Aconteceu um monte de coisa. Pena q não foi nada de tão extraordinário, pra minha tristeza. As aulas voltaram e a responsabilidade aumentou, o vestibular tá aí e eu fiquei de recuperação em quase todas. Só quero saber de fuá, como sempre. E meu coração tá solitário, muito solitário e isso tem me deixado mal. Sei lá, ando muito desanimada com tudo, tb tenho motivos pra isso. Ah, deixa quieto! Se eu morrer de desgosto ninguém vai se importar mesmo...
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 14:36
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Mais uma obra prima
Permita-me, Elian:
Retalhos
Nem quanto Nem tudo Nem pouco desafio Me remodelo pra ti Pros outro Pra mim, Gotejo um semblante azul Coração pulando de um colapso de mentiras Reinvento-me com o que deixei de viver Sono profundo de serpente em desalinho Cova rasa da solidão espreitando o cochilo Do selvagem Ponto, virgula O esquecimento estampado no ar Amor, o ódio, o contrario de mim afogado em loucura Cacos de retalhos cola mola mala, sala e eu
(Elian de Eryang)
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 17:38
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SEJA SOLIDÀRIO!
Campanha Cachaça Esperança
0500-2005-051 Para doar um litro de Corote
0500-2005-088 Para doar um litro de Montila
0500-2005-093 Para doar um litro de wisky White Horse Contribua e Faça Um Cachaceiro Feliz
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 15:47
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