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Altamente Clichê
Tarde Vazia - IRA! Pela janela vejo fumaça, vejo pessoas Na rua os carros, no céu o sol e a chuva O telefone tocou na mente fantasia Você me ligou naquela tarde vazia E me valeu o dia Você me ligou naquela tarde vazia E me valeu o dia Pela janela vejo fumaça, vejo pessoas Na rua os carros, no céu o sol e a chuva O telefone tocou na mente fantasia Você me ligou naquela tarde vazia Na mente fantasia Você me ligou naquela tarde vazia Na mente fantasia Você me ligou naquela tarde vazia E me valeu o dia Valeu o dia. Valeu o dia Você me ligou naquela tarde vazia Na mente fantasia Na mente fantasia. Na mente fantasia Podia ter muitas garotas mas você é diferente Você me ligou naquela tarde vazia E me valeu o dia Valeu o dia. Valeu o dia Na mente fantasia. Na mente fantasia...
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 15:30
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O Romantismo é fascinante!
Novalis foi um grande escritor romântico, nasceu por volta de 1700 e alguma coisa. Ele foi importante por muitas coisas, mas o q me chamou atenção foi a sinopse desse romance, inacabado por sinal.
Heinrich von Ofterdingen – Novalis O romance inacabado Heinrich von Ofterdingen é uma das maiores obras de Novalis. Trata-se da história de um jovem, Heinrich, que se torna poeta. Ela se passa durante as cruzadas medievais, num tempo de alienação poética. O jovem Heinrich está fascinado pelo relato de um estranho viajante que faz alusão a uma maravilhosa flor azul. Em sonho, ele encontra essa flor, e vê no meio de seu cálice "um tênue rosto". Rebelde e fogoso, Heinrich aproveita a ocasião para ir com a sua mãe e alguns mercadores a Augsburg, onde habita seu avô. No caminho, o jovem sem experiência escuta seus companheiros falarem da vida comercial e social do mundo. Durante uma parada num castelo, ouve relatos de cavalaria e de cruzadas. Em sua imaginação, uma dama oriental o leva para sua longínqua e suntuosa residência. Na continuação da viagem, ele encontra um velho mineiro e um misterioso eremita que o iniciam na arte poética. Em Augsburg, ele conhece o poeta Klingsor e sua filha Mathilde. Ele logo a reconhece como a face que estava incrustada na flor azul. Heinrich e a jovem apaixonam-se um pelo outro. Mas rapidamente a felicidade é ameaçada por um novo augúrio anunciando a morte de Mathilde. Só conhecemos o restante da narrativa por esboços. Após a morte de Mathilde, Heinrich empunha seu bastão de peregrino e deixa Augsburg; vai a um eremita que lhe ensina a linguagem da natureza e lhe fala da vindoura idade de ouro. Em suas notas, Novalis refere-se a uma "poetização" do gênero humano. Ele descreve como Heinrich ascende ao mundo divino. Ele e Mathilde passarão por transformações antes de serem novamente unidos para as núpcias alquímicas. Heinrich von Ofterdingen segue a via hermética que todo pesquisador espera um dia encontrar. No princípio, ele é impulsionado pela vaga intuição de que existe um mundo superior, um mundo divino. Ele se submete às leis da natureza e experimenta o amor, antes de ascender à consciência da ligação direta e indissolúvel que o une a Deus. O poeta Heinrich recebe, por esta ligação, a força divina criadora, a "palavra criadora". Novalis considera este resultado como a missão específica dos artistas inspirados pelo Romantismo. “ E se você dormisse? E se você sonhasse? E se, em um sonho, você fosse ao Paraíso e lá colhesse uma flor bela e estranha? E se, ao despertar , você tivesse a flor entre as mãos? Ah, e então?” Coleridge
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 14:40
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Um dos melhores cds da banda

Os Guardas da Fronteira
Antes de atirar o vaso na TV eu ouvi o que ela dizia: "quando não houver mais amanhã será um belo dia" estranha coisa pra se dizer antes de dizer os números da loteria mas é assim que eles fazem e fazem muito bem e nós não fazemos nada, nada, nada nada além além do mito que limita o infinito e da cegueira dos guardas da fronteira
antes de atirar minha tv pela janela eu ouvi o que ela dizia "quando não houver mais ninguém será um belo dia" estranha coisa pra se dizer antes de vender mais mercadoria mas é assim o mundo que nos cerca: nos cerca muito bem e as crises e cicatrizes não nos deixam ir além além do mito que limita o infinito além da cegueira, das barreiras das fronteiras
...foi então que eu resolvi jogar as cartas na mesa e o vaso pela janela só pra ver o que acontece na vida quando alguém faz o que quer com ela... acontece que eu não tenho escolha por isso mesmo é que eu sou livre não sou eu o mentiroso foi sartre quem escreveu o livro não sou a fim de violência mas paciência tem limite além do mito que limita o infinito além do dia-a-dia que esvazia a fantasia
Escrito por Eu, Eu mesma e os Outros Eus às 15:50
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